Pesquisa da Fiocruz aponta presença do novo coronavírus no esgoto

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Maior produtora de testes nacionais do novo coronavírus, a Fundação Oswaldo Cruz divulgou nesta terça-feira (28) o resultado de uma pesquisa que aponta a presença do material genético da Covid-19 na rede de esgoto. O estudo, liderado por pesquisadores da Fiocruz em parceria com a prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, indicam o elevado grau de “espalhamento do causador do novo vírus na população”.

A conclusão foi feita a partir das primeiras amostras de coletas no último dia 15 de abril. Segundo a instituição, a previsão é de que, na primeira etapa do projeto, o monitoramento seja realizado durante quatro semanas, com possibilidade de prorrogação. O objetivo é acompanhar o comportamento da disseminação da Sars-Cov-2 ao longo da pandemia.

A aposta no antiviral que já traz ótimos resultados contra a Covid-19, a pandemia eleitoral em Brasília e os fiéis de Bolsonaro. Leia nesta edição.Reprodução/VEJA

As amostras de esgoto bruto são feitas em 12 pontos estratégicos do município, incluindo estações de tratamento de esgotos (ETEs), pontos de descarte de efluente hospitalar e rede coletora de esgotos. Como metodologia, utilizou-se o método de ultracentrifugação, tradicionalmente empregado para concentração de vírus em esgotos, associado a técnica de RT-PCR em tempo real, indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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As amostras coletadas na segunda e terceira semanas estão em fase processamento.

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